sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Visita ao Museu da República: a Vida das elites entre Grécia e Roma



As classes dominantes no Brasil e no mundo se identificaram ao longo dos séculos, com as culturas gregas e romanas. Esta é uma chave de interpretação importante para compreendermos as origens dos preconceitos com as diversas origens que nós brasileiros fazemos parte, já que Grécia e Roma são partes fundamentais da constituição do mundo europeu ocidental. 



Neste sentido, a língua grega, que apresentava algumas variações em cada comunidade grega, se autodenominava helenos, e chamavam de bárbaros todos os povos que não falavam grego.


A Grécia antiga tinha o comércio marítimo como principal atividade econômica e o crescimento populacional e busca por ampliação  de atividades comerciais estimularam a colonização ao sul da península itálica, denominada Magna Grécia, Costa do Mar Negro, no Norte da África e em parte da Ásia, onde se difundiu sua cultura e costumes.


Há cerca de 2.800 anos, a população da Grécia Antiga cresceu, o que contribuiu para o surgimento de novas cidades, chamadas de poleis ou cidades-estados. As poleis eram independentes, mas tinham algumas características em comuns, tais como as áreas urbanas e rurais que eram separadas por muralhas: enquanto na área urbana havia uma parte mais alta denominada Acrópole (  onde se localizava os templos dos deuses);na parte mais baixa ficavam o mercado, as praças  e as  moradias. Na ágora, a praça principal da pólis, os gregos podiam debater política e assuntos relacionados à cidade-Estado.


A Acrópole era o local religioso, onde foi construído um templo, o Partenon, dedicado ao culto da Deusa Atena, considerada protetora dos atenienses, que atualmente é considerado um dos monumentos antigos mais importantes da Europa.

Como a religião era um dos principais elementos que uniam  as cidades gregas, cada pólis tinha seus próprios deuses e deusas e todos faziam parte de um mesmo panteão, que era o conjunto de deuses e deusas cultuados por um mesmo povo.


De acordo com a religião grega, o início do mundo havia o Caos, um grande vazio escuro. Então surgia Gaia, a terra, e Urano, o céu. O casamento entre os dois gerou Titãs, seres de força e tamanho gigantescos, e o mais importante deles era Cronos, o senhor do tempo. Este por sua vez, casou com Reia e, juntos deram origem a todos os deuses.



Zeus, líder dos deuses, teria se rebelado contra seus pais, destituindo-os do poder sobre o mundo, passando então a controlar os Titãs. Os gregos assumiam que essa transformação deu início à era dos Deuses que habitavam o Olimpo, um monte que ficava no céu. Os Titãs  Epimeteu e Prometeu forma encarregados pelos deuses de criar os seres que habitaram a terra. Com barro, eles criaram os seres humanos e os animais.




 Os deuses gregos eram parecidos com os humanos, distinguindo-se principalmente pela imortalidade. Cada um deles teria dado à humanidade determinados poderes e conhecimentos tal como Atena, por exemplo, que seria responsável pela habilidade humana de raciocinar.


As poleis eram governadas pela aristocracia. Algumas poleis permitiam a participação das assembleias populares nas decisões, mas em Atenas o poder aristocrático foi questionado pelos camponeses, artesãos e comerciantes em  que eram excluídos da vida política e isso resultou em uma grande tensão social. Para resolver o conflito, o legislador Sólon, há 2.600 anos, reformou as leis atenienses com a criação da Eclésia, que era uma assembleia popular onde os cidadãos maiores de 18 anos podiam participar. 

Foi no governo de Clístenes que foi implantada a democracia em Atenas, quando a Eclésia ganhou plenos poderes, com ricos e pobres participando diretamente nos assuntos políticos da pólis; porém, apenas os homens, filhos de pai e mãe atenienses eram considerados cidadãos, excluindo as mulheres, os estrangeiros (metecos) e os escravos da participação politica no país.






   Se você não foi ao Museu, pode fazer uma visita virtual com o link que segue:

https://artsandculture.google.com/story/o-pal%C3%A1cio-do-catete-e-os-vest%C3%ADgios-de-seus-tempos-uma-investiga%C3%A7%C3%A3o-virtual-museudarepublica/kwVhj9yO2lBaBA?hl=pt-BR








Fontes:
 Visita dos estudantes do Amaro ao Museu da República, 2026.
 RODRIGUES, M. Vinicius M, "Um Palácio quase Romano: O palácio do Catete e a invenção de uma tradição clássica dos trópicos" RJ: Museu da República, 2017.






segunda-feira, 8 de junho de 2026

Algumas Histórias Indígenas no Litoral do Rio de Janeiro: relatos transdisciplinares

A escolha por irmos na Exposição  "Eu chorei rios" da Fundação Getúlio Vargas(FGV) neste trimestre, possui  relevância quanto a forma de aprendizagem,  o aspecto relacional, os encontros, descobertas, laços entre as turmas,  colegas e professores; mas também na  aprendizagem do conteúdo em si.


Neste trimestre, tivemos sorte, pois ao marcarmos a visita, a FGV nos ofereceu  lanche e um ônibus top de linha!  Foi ótimo  porque a nossa merenda escolar anda muito rasa! E também  porque nos poupou canela e curtimos o conforto e a comodidade que merecemos!

Quanto ao estudo da História, a exposição apresentou relação  com o conteúdo  que estamos estudando  em sala de aula, sobre o período anterior ao Brasil ter este nome, e que se chamava Pindorama, depois Terra de Santa Cruz ou Ilha de Vera Cruz.
Na semana anterior, assistimos um trecho do  documentário " Guerras do Brasil" seguido de uma aula expositiva interdisciplinar sobre a História  e a Sociologia dos primeiros habitantes  há 14 mil anos, com os povos indígenas tapuias que por sua vez, eram povos guerreiros e viviam em busca de seus sonhos e eram povos nômades,  e habitavam certos lugares de acordo com a  estação, os alimentos disponíveis e  a sazonalidade. 


Sobre a primeira fase da colonização no litoral do Rio de Janeiro vimos as últimas lutas valentes entre os povos indígenas  decididos a resistir à escravidão, à invasão e ao apagamento entre 1554  e 1557  e que culminou  na vitória dos portugueses e na fundação do Rio de Janeiro por Mem de Sá. Nesta luta, os Tupinambás e os Temiminós  se dividiram contra os colonizadores  franceses e portugueses,  na Guerra dos Tamoios, o que lhes valeu a derrota, mas sem antes alçar uma flecha envenenada que atravessou a armadura do então líder da expedição  colonizadora de Estácio de Sá, que por sua vez, agonizou semanas antes de morrer.

Já no século XIX,  com a fase neocolonialista europeia,  os botocudos também  enfrentaram os portugueses no litoral do Rio de Janeiro, quando a família real fugiu para cá durante a invasão de Napoleão(que se proclamou imperador francês) em Portugal.
Nesta ocasião,  D.João VI   fez uma expedição de fuga para cá com diversas naus fortemente armadas e se organizaram para lutar contra os botocudos que resistiram bravamente contra a escravização  e a colonização deste período.
"Pela perspectiva da Sociologia, a visita à exposição foi muito proveitosa para refletirmos todos juntos sobre o conceito de cultura: os símbolos e significados que os grupos humanos compartilham. Percebemos que não apenas a arte dos povos originários revelam diferentes cosmologias, tal como a obra Kape Tawa Pukeni (História do Jacaré) que conta a origem do povo, como também a sobrevivência de muitos desses grupos nos lembrou que a cultura nunca é estática, é dinâmica em constante transformação e conservação. 

Além disso, foi muito interessante observar na exposição um tapete que reconstrói o olhar externo da recém chegada dos europeus na América, revelando um ótimo exemplo de etnocentrismo quando tendemos a julgar os outros a partir de nossos próprios padrões culturais. Podemos observar o olhar externo e compará-lo com o olhar interno: O europeu encontra uma terra selvagem e cheia de perigos, com animais ameaçadores; já o próprio morador se acha ao encontro comunitário e numa natureza percebida em harmonia, tecendo tramas que enlaça o coletivo  conectada à natureza. 

Junto a isso, pudemos posteriormente por meio do documentário “Guerras do Brasil”, pensar que ainda hoje muitos povos originários vivem em constante ameaça de desaparecimento, em que nossa atitude etnocêntrica muitas vezes reforça a normalização desse processo que Krenak alerta em toda sua trajetória. 

Por fim, amarramos essas várias questões com uma última atividade do trimestre em que assistimos ao filme “Encantadora de baleias”, que narra a história da menina Paikea dentro de uma tribo Maori na atualidade, ela que supera os estigmas negativos sobre si pela tradição de sucessão do chefe da tribo pela linhagem masculina. Através do exemplo do filme, pudemos verificar a construção dos gêneros, que não são determinados pela natureza, mas sim como papéis sociais que podem ser recusados e refeitos.

As atividades foram importantíssimas não somente para produzir tais reflexões ligadas a nossa história social humana, mas também para gerar ricas participações dos alunos, como quando descobrimos a ancestralidade de um deles relacionada aos povos indígenas."
 
                                                                            Fabíola Camargo  (História)
                                                                            Caio Lopes  (Sociologia)
                                                                           Tatiana Linhares  (Sociologia)

 






1)A partir  da nossa visita à exposição "Eu chorei Rios", do documentário " Guerras do Brasil" e nossas aulas, relate sua experiência em cada uma dessas etapas, destacando o que mais te chamou atenção. Faça isso da seguinte forma:
a) Faça um relato num parágrafo de como foi a sua visita à exposição:
b) Num outro parágrafo, descreva o que chamou a sua atenção no texto " O mundo não existia", de Ailton Krenak que lemos em sala de aula juntos:
c) Neste parágrafo, descreva a sua experiência ao assistir o trecho do documentário " Guerras do Brasil" que discutimos em aula:
d) A partir do caderno de atividades da exposição, apresente  a ideia de "Novo Mundo" na Cosmologia do povo Guarani?
Fontes:
Kaká Werá Jecupé. A terra dos mil povos: história indígena do Brasil contada por um índio. 2 ed. SP, Peirópolis, 2020.

Exposição "Eu chorei Rios", FGV. RJ, 2026.

Documentário "Guerras do Brasil." Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=76G6rvIFclc

Caderno de atividades da Exposição " Eu chorei Rios" do Programa Educativo da FGV Arte.



 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Introdução aos Estudos Históricos

 


1) Contexto histórico

Contexto histórico se refere ao conjunto de condições, eventos, circunstâncias que cercam o acontecimento histórico, o que estava acontecendo ao mesmo tempo em que o fato histórico estava sendo estudado. O geógrafo Milton Santos deu uma definição de contexto histórico a partir da ideia de paisagem,  se referindo as relações  entre os seres humanos e a natureza num mesmo espaço e também ao mesmo tempo.


Criado em 03/04/2026 a partir do https://chatgpt.com/s/m_69d05fcf66dc81918beaca6fb30fcb73

Fizemos uma roda com a brincadeira "Fui ao mercado e comprei..." Cada um/a trouxe uma ideia de produto do mercado e nos vimos num mesmo lugar num mesmo tempo. Este lugar, o mercado foi o contexto, a paisagem que criamos ao visualizar os diversos produtos de um mesmo momento e assim compreendemos melhor o que significa contexto histórico.

2) As Fontes Históricas:

As Fontes Históricas Se referem aos estudos das ações Humanas ao longo do tempo. Todos os objetos são fontes de estudos. Para uma leitura dos objetos numa perspectiva da História, estes estudos nos ajudam a conhecer os caminhos que a Humanidade percorreu no passado para que no presente não precisemos errar novamente ou que tenhamos  exemplos de como foi vivido para acertarmos em nossa caminhada no presente. Esta forma de observar os objetos e lugares é que denominamos Fontes Históricas.

Tipos de Fontes Históricas:

 


BARROS, J.A." Fontes Históricas: Introdução aos seus usos historiográficos. Petrópolis, RJ.Ed. Vozes, 2019.

 O fóssil de Luzia reacendeu o debate sobre os primeiros habitantes nas Américas e apesar de ter sido queimado no incêndio no Museu Nacional, não deteriorou completamente a fonte histórica:



Fóssil de Luzia- Museu Nacional

“Os principais achados da pesquisa da Science, que sequenciou 15 genomas antigos extraídos de ossos encontrados desde o Alasca até a Patagônia, são evidências genéticas de que os primeiros ocupantes humanos da América se dispersaram rapidamente pelo continente e se diversificaram cedo, conforme migravam para o sul. O resultado desta expansão teria sido uma multiplicidade de migrações independentes e geograficamente desiguais”

https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-biologicas/dna-antigo-conta-nova-historia-sobre-o-povo-de-luzia/

 

Lembre-se de um objeto importante para você. Qual é o objeto? Qual a importância deste objeto em sua Vida? Como este objeto chegou em suas mãos? Há quanto tempo este objeto faz parte da sua vida?

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A partir do quadro sobre os tipos de fontes históricas, destaque duas fontes de natureza material, duas fontes imateriais e quatro fontes de conteúdo:

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3)Memória: Lembrança ou esquecimento importante na História falada, sentida ou escrita pelos sujeitos históricos, grupos ou classes sociais no passado ou no tempo presente.

Criado em 03/04/2026.https://chatgpt.com/s/m_69c1e8db8e108191898d980f3fb9564f

Como exemplo de Memória, fizemos uma roda com o jogo “telefone sem fio”. Com este jogo, identificamos o quanto precisamos do grupo para lembrar e que toda a memória, mesmo individual, é construída coletivamente.

4)Lugares de Memória: A foto ao lado do jogo trata da nossa visita ao Museu Oi Futuros e que é um lugar de Memória no qual resguarda algumas fontes históricas e a memória da telecomunicação no Brasil. Outros exemplos são os arquivos bibliotecas, espaços culturais, bairros, ruas, indivíduos, instituições e etc... “O espaço é acumulação desigual dos tempos.” Esta frase de Milton Santos, nos fornece uma chave de interpretação importante, ao identificar as ruas. Cada lugar, prédio ou asfalto, pertence a um determinado contexto/período, que traz  a marca do tempo no qual foi construído.


 

QQUESTÃO/UERJ 2011:

 



O Cais do Valongo, principal porto de entrada de escravizados das Américas, recebeu em 2017o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Unesco. A distinção define o Valongo, localizado na região portuária do Rio de Janeiro, como um “lugar de memória”, ao lado de outros, como o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, ou a cidade de Hiroshima, no Japão. Inaugurado em 1811, o cais logo se converteu no principal ponto de desembarque de africanos escravizados das três Américas. Localizado a poucos passos do Palácio Real, não era raro aos monarcas brasileiros ver os africanos, apressadamente desembarcados, sendo separados de suas famílias, limpos, vestidos, pesados, tendo seus corpos marcados a ferro. Começava, então, uma nova viagem. Dessa vez, rumo à tentativa de desterritorialização e de invisibilização dos africanos, de quem se procurava apagar a memória, qualquer laivo de identidade e orgulho que carregavam de suas nações. Vários viajantes passaram pelo Valongo e constataram o triste espetáculo que se apresentava naquele mercado, dentre eles o artista Jean-Baptiste Debret (1768-1848). Em 1911, o Cais do Valongo foi aterrado, da mesma maneira como se tentou esconder e esquecer “os males e as lembranças dos tempos da escravidão”.

Esse era o discurso civilizatório da Primeira República, que procurava jogar para o Império a conta da escravidão, cuja culpa é de todos nós.
“Redescoberto” 100 anos depois, o Cais do Valongo é hoje um sítio arqueológico que expõe na nossa atualidade as perversões do sistema escravocrata, mas também testemunha a resistência dessas populações. Trata-se do mais importante acervo de vestígios materiais e simbólicos localizado fora da África, com quase 500 mil itens.

 

A expressão “lugar de memória” foi criada pelo historiador francês Pierre Nora. Seu objetivo era justamente evitar o desaparecimento dos registros históricos, como arquivos, monumentos, museus e certos espaços específicos. Podem ser desde objetos materiais e concretos até vestígios imateriais e orais. O importante, porém, é que eles só se convertem, efetivamente, em “lugares de memória”, se a imaginação coletiva investi-los como lugares simbólicos.


Conforme define Alberto da Costa e Silva: “O Brasil é um país extraordinariamente africanizado. E só a quem não conhece a África pode escapar o quanto há de africano nos gestos, nas maneiras de ser e de viver e no sentimento estético do brasileiro. Por sua vez, em toda a costa atlântica da África, podem-se facilmente reconhecer os brasileirismos. O escravo ficou dentro de nós, qualquer que seja nossa origem.”

                                                                                         LILIA MORITZ SCHWARCZ

                                                                                        Adaptado de nexojornal.com.br, 31/07/2017.

 

um “lugar de memória”, ao lado de outros, como o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, ou a cidade de Hiroshima, no Japão. (l. 3-4)

 

A comparação acima inclui o Cais do Valongo no conjunto de lugares de memória pelo reconhecimento do seguinte atributo comum:

A)     Valor utópico

B)      Natureza subjetiva

C)      Expressão Mundial

D)     Caráter democrático

 

5-Processo Histórico

Trata-se de um método de estudo que planeja e organiza a pesquisa histórica no tempo e no espaço mediante a uma demonstração compreensiva e explicativa do acontecimento histórico. O processo histórico pode ser demonstrado em gráficos, como no caso da linha do tempo.


Apesar do tempo histórico ser representado por uma reta, na realidade, a história se apresenta em ciclos. Estes ciclos se formam a partir de contradições humanas, que ora evolui com as diversas dimensões de criatividade, inclusão, diversidade, coletividade e participação ativa na História.

Para verificarmos se os sujeitos participam ativamente da História, observamos a ação coletiva na Economia, na Cultura, na Vida Social e Política. Na ação histórica, a ciclicidade é progressiva: Evolução, revolução, criatividade, conquistas de direitos, inclusão, participação, diversidades e transformação...


Por outro lado, quando num determinado contexto histórico, vivemos autoritarismos, violências, ideias de retorno ao passado, tal como a Ditadura Civil Militar no Brasil, o Nazismo e o Fascismo crescendo, identificamos que há uma reação a História, e sem criatividade, os povos que passam a repetir o passado, vivem o contexto histórico da Reação, um retorno a ideias do passado.

 


A Reação histórica possui ciclicidade regressiva: reação, autoritarismos, ditaduras, absolutismos, monarquias, imperialismos, colonialismos, violências de gênero, racial e social... 

Para fins de compreensão e explicação, a linha do tempo organiza o estudo da História, que em linhas gerais,  identifica os acontecimentos ao longo do tempo:

 

História do Brasil

 Primeiros Habitantes         Brasil Colonial                     Brasil Imperial                        Brasil Republicano

                                ...                    1534                                  1822                          1889                      1930    ...



 

        476 a.E.C.     1453                       1576                1789                       1870

 Idade Antiga                           Idade Média                        Idade Moderna                      Idade Contemporânea                     

História Geral

 

Cálculo da linha do tempo:

_476 0+1= século 1   Ano de 1453= 14+1= século XV    Ano de 1576  15+1=século XVI  Ano de 1789 17+1=século XVIII

Exemplo da  linha do tempo do ponto de vista dos Povos Indígenas Pataxó



Imagem presente na Exposição: “Nós, mulheres nas ciências e nas artes”. No Espaço Cultural Oi Futuro; 2025.

A partir da Linha do tempo  do item 2, descreva em qual período se situa a Idade Moderna e qual  o seu correspondente histórico no mesmo período da História do Brasil:

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 Descreva  abaixo dois momentos na História  que você lembre e que sejam revolucionários e dois que expressam a reação à História:

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