segunda-feira, 8 de junho de 2026

Algumas Histórias Indígenas no Litoral do Rio de Janeiro

A escolha por irmos na Exposição  "Eu chorei rios" da Fundação Getúlio Vargas(FGV) neste trimestre, possui  relevância quanto a forma de aprendizagem,  o aspecto relacional, os encontros, descobertas, laços entre as turmas,  colegas e professores; mas também na  aprendizagem do conteúdo em si.


Neste trimestre, tivemos sorte, pois ao marcarmos a visita, a FGV nos ofereceu  lanche e um ônibus top de linha!  Foi ótimo  porque a nossa merenda escolar anda muito rasa! E também  porque nos poupou canela e curtimos o conforto e a comodidade que merecemos!

Quanto ao estudo da História, a exposição apresentou relação  com o conteúdo  que estamos estudando  em sala de aula, sobre o período anterior ao Brasil ter este nome, e que se chamava Pindorama, depois Terra de Santa Cruz ou Ilha de Vera Cruz.
Na semana anterior, assistimos um trecho do  documentário " Guerras do Brasil" seguido de uma aula expositiva interdisciplinar sobre a História  e a Sociologia dos primeiros habitantes  há 14 mil anos, com os povos indígenas tapuias que por sua vez, eram povos guerreiros e viviam em busca de seus sonhos e eram povos nômades,  e habitavam certos lugares de acordo com a  estação, os alimentos disponíveis e  a sazonalidade. 


Sobre a primeira fase da colonização no litoral do Rio de Janeiro vimos as últimas lutas valentes entre os povos indígenas  decididos a resistir à escravidão, à invasão e ao apagamento entre 1554  e 1557  e que culminou  na vitória dos portugueses e na fundação do Rio de Janeiro por Mem de Sá. Nesta luta, os Tupinambás e os Temiminós  se dividiram contra os colonizadores  franceses e portugueses,  na Guerra dos Tamoios, o que lhes valeu a derrota, mas sem antes alçar uma flecha envenenada que atravessou a armadura do então líder da expedição  colonizadora de Estácio de Sá, que por sua vez, agonizou semanas antes de morrer.

Já no século XIX,  com a fase neocolonialista europeia,  os botocudos também  enfrentaram os portugueses no litoral do Rio de Janeiro, quando a família real fugiu para cá durante a invasão de Napoleão(que se proclamou imperador francês) em Portugal.
Nesta ocasião,  D.João VI   fez uma expedição de fuga para cá com diversas naus fortemente armadas e se organizaram para lutar contra os botocudos que resistiram bravamente contra a escravização  e a colonização deste período.





1)A partir  da nossa visita à exposição "Eu chorei Rios", do documentário " Guerras do Brasil" e nossas aulas, relate sua experiência em cada uma dessas etapas, destacando o que mais te chamou atenção. Faça isso da seguinte forma:
a) Faça um relato num parágrafo de como foi a sua visita à exposição:
b) Num outro parágrafo, descreva o que chamou a sua atenção no texto " O mundo não existia", de Ailton Krenak que lemos em sala de aula juntos:
c) Neste parágrafo, descreva a sua experiência ao assistir o trecho do documentário " Guerras do Brasil" que discutimos em aula:
d) A partir do caderno de atividades da exposição, apresente  a ideia de "Novo Mundo" na Cosmologia do povo Guarani?
Fontes:
Kaká Werá Jecupé. A terra dos mil povos: história indígena do Brasil contada por um índio. 2 ed. SP, Peirópolis, 2020.

Exposição "Eu chorei Rios", FGV. RJ, 2026.

Documentário "Guerras do Brasil." Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=76G6rvIFclc

Caderno de atividades da Exposição " Eu chorei Rios" do Programa Educativo da FGV Arte.



 

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