Catorze mil anos antes da
chegada de Colombo, já existiam diversas sociedades nas américas. Mas com a
chegada de Colombo, Pizarro e Cortéz, enviados pelos governos europeus
para saciar a vontade de acumular ouro e prata e
cristianizar, só no ano de 1492 foram mais de 8 milhões mortos, que ao fim dizimaram 70 por cento da população indígena
nas Américas. No entanto, é possível resgatar esta história, e de como se
formou.
Tínhamos nas Américas, a
Sociedade de coletores e caçadores e que eram em sua maior parte ,
nômades. Estes povos viviam num determinado lugar
durante o tempo que havia alimento. Quando a fauna e o
plantio não eram suficientes porque ficaram escassas, estes indígenas se
mudavam em busca de outros lugares para que pudessem continuar a
viver da caça e da pesca.
Por isso alguns destes povos
descobriram a irrigação, ou seja, o plantio de alimentos aumentou
em toda a terra plantada, pois a água percorria caminhos
em forma de buracos que permitiam que chegassem em extensões maiores de terra plantada, regando
extensões maiores para a agricultura.
Assim fundaram também
a Sociedade de cultura de subsistência, pois a irrigação possibilitou ao
indígena a permanência na terra . A cultura e a religião
ganhou significado importante em suas vidas e para os dias atuais.
Para o indígena a terra é sagrada, pois é onde nasce
toda a vida.
Em função do plantio
poder alimentar cada vez melhor a população, a mesma cresceu.
Dessa forma, os
indígenas passaram a fazer artesanatos e criar obras de arte em
geral .Planejaram grandes cidades e ao contrário dos europeus,
criaram cidades grandes e planejadas com construções de
pirâmides e estradas pavimentadas. Daí bibliotecas, artesanatos, construções de prédios, estudo da matemática e da astronomia permitiu
o nascimento das Sociedades avançadas com produção agrícola excedente como as Sociedades Incas , Maias e Astecas.
Fontes:
CARDOSO, C.F. “ América pré-colombiana” Ed. Brasiliense,
2004.
SCHMIDT, M. “Nova História crítica da América” Ed. Nova
Geração, 1996.
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