sábado, 16 de junho de 2012

As Sociedades pré-colombianas



Catorze  mil anos antes da chegada de Colombo, já existiam diversas sociedades nas américas. Mas com a chegada de Colombo, Pizarro e Cortéz, enviados pelos governos europeus para saciar  a vontade  de acumular ouro e prata  e cristianizar, só no ano de  1492 foram mais de  8 milhões mortos,  que ao fim dizimaram  70 por cento  da população indígena nas Américas. No entanto,  é possível resgatar esta história, e de como se formou.
Tínhamos  nas Américas, a Sociedade de coletores  e caçadores e que eram em sua maior parte , nômades. Estes povos  viviam num determinado  lugar  durante  o tempo que havia  alimento. Quando a fauna  e o plantio não eram suficientes porque  ficaram escassas, estes indígenas se mudavam em busca de outros lugares para que pudessem  continuar a  viver da caça e da pesca.
Por isso alguns destes povos descobriram a irrigação, ou seja, o plantio de alimentos  aumentou  em toda a terra plantada, pois a água percorria caminhos  em forma de buracos que permitiam  que chegassem em extensões  maiores de terra  plantada, regando extensões  maiores   para a agricultura.
 Assim fundaram  também a Sociedade de cultura de subsistência, pois a irrigação possibilitou  ao indígena  a permanência  na terra . A cultura  e a religião ganhou significado importante em suas vidas  e para os dias atuais. Para  o indígena a terra  é sagrada, pois  é onde  nasce toda a vida.
 Em função do  plantio  poder alimentar cada vez melhor  a população, a mesma cresceu.
 Dessa forma, os indígenas  passaram  a fazer artesanatos e criar obras de arte em geral .Planejaram grandes cidades  e ao contrário dos europeus, criaram  cidades grandes e planejadas  com construções de pirâmides  e estradas pavimentadas. Daí  bibliotecas,  artesanatos, construções de prédios, estudo da matemática e da astronomia permitiu  o nascimento das  Sociedades  avançadas com produção agrícola excedente como as   Sociedades Incas , Maias e Astecas.
Fontes:
CARDOSO, C.F. “ América pré-colombiana” Ed. Brasiliense, 2004.
SCHMIDT, M. “Nova História crítica da América” Ed. Nova Geração, 1996.



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