Curso de Interpretação
Por Fabíola
Camargo (Professora de História)
Objetivo:
Este curso tem como
objetivo utilizar as diversas formas de interpretação visando uma aprendizagem
significativa dos educandos. Por isso objetivamos, de acordo com os Parâmetros
Curriculares Nacionais, que os nossos educandos possam “ Dominar procedimentos
de pesquisa escolar de produção de texto, aprendendo a observar e colher
informação de diferentes paisagens e registros escritos, iconográficos, sonoros
e materiais”(PCN´s, 1998).
Justificativa:
Esta proposta se justifica para que possamos contribuir para superar
barreiras de nossos educandos quanto a interpretação e a superação da dificuldade da escrita.
Sabendo que esta é uma
possibilidade e que a professora já trabalha em sala de aula com algumas destas
ferramentas, ainda que de forma breve, com pouco tempo, é possível melhorar
nosso rendimento dos diversos institutos de medição de aprendizagem como o
IDEB, mas também identificar que a escrita possui possibilidades mais amplas
quando a interpretação passa a ser um ponto fundamental para a comunidade
escolar e para a sociedade brasileira.
Este trabalho se
justifica ao identificar a dificuldade dos educandos nas diversas disciplinas. Além disso, visamos
um elo interdisciplinar e facilitador de
aprendizagem.
Nestes termos,
justificamos ainda o nosso trabalho em
relação aos PCN´s, quando o educando do terceiro e do quarto ciclos do ensino
fundamental, “ devem relacionar, interpretar,
reinterpretar, à luz da sua vida e do seu grupo social, ampliando o
processo de ensino-aprendizagem”
Nesta linha, o
educando deve aprender a registrar as situações significativas no processo de
ensino, procurar conhecer experiências
de outros docentes e socializar as suas”
Metodologia e relevância:
O CORPO:
Este projeto se
torna relevante por propor libertar o
espectador de sua passividade, que converta em ser ativo, protagonista nas suas
relações sociais e culturais. A diversidade
de técnicas e jogos permite desritualizar e desmecanizar o corpo para uma atitude interpretativa mais
consciente. Dessa forma, quanto a proposta de trabalhar o corpo, sabemos que
são inseparáveis da mente, por isso
expressam sentido. Neste caso, interpretar e ser interpretado
precisam se conjugar para transformar-se e permitir aprendizagem
significativa do educando ativo.
A ESCRITA:
Quanto a
interpretação escrita, nos valemos de
livros, textos, visita a bibliotecas,
museus, centros culturais entre outros.
Nesta linha , o educando deve aprender a
registrar as situações significativas no
processo de ensino, procurar conhecer experiências de outros docentes e socializar as
suas”(PCN´s, 1998).
Por isso, a leitura, comporta o conhecimento
de outros lugares ao identificar,
interpretar, relacionar com novas experiências
de acordo com a formação da identidade do educando, ampliando
possibilidades de auto conhecimento e de interpretação.
A IMAGEM:
Quanto a
interpretação imagética, de acordo com os PCN´S, interpretar é não somente absorver os
conteúdos de uma imagem. Este é um ponto importante deste trabalho.
Por isso a imagem seguida de seu
questionamento, observações de câmera e
como se constrói a imagem são possibilidades que permitem o educando refletir
sobre o que habitualmente vê. Mais ainda: Iremos trabalhar com imagens
desconhecidas pelas maiorias de nossos educandos, principalmente possibilitando
a interpretação e o conhecimentos sobre
a diversidade cultural de nosso país.
Trabalharemos filmes
de períodos diversos, curtas-metragens, filmes temáticos entre os que
possibilitem a indagação, o questionamento dos mesmos sobre aquilo que
habitualmente veem, sem descartar seus temas e interesses diversos.
A MÚSICA:
Quanto a linguagem em
áudio, nossa proposta( já feita
pelos nossos alunos) é a de trabalhar com a música. Utilizando os recursos da
internet facilitaremos o aprendizado dos educandos para aprender a utilizar dos
recursos radiofônicos. Além disso, aprender a História através das diversas tendências
musicais, serão também um foco de nosso
trabalho.
A Guisa de conclusão:
A interpretação
escrita e o registro de cada atividade terão destaque em nosso trabalho. Fazer
um jornal, aprender a fazer, com os recursos disponíveis da escola como computador
e copiadora ou impressora são mais que suficientes. Além disso, utilizaremos o
blog da nossa escola como constante de
veículo dos registros escritos dos educandos.
Fontes:
Parâmetros Curriculares Nacionais, 1998.
Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional, 1996.
FREIRE, Paulo.
“Pedagogia da autonomia”
NUNES, Maria
Fernanda R. (org.)”Crianças mídias e diálogos”. Editora Rovelle, Uni Rio, 2009.
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