quarta-feira, 15 de maio de 2013


Curso de Interpretação

Por Fabíola Camargo (Professora de História)

 

Objetivo:

Este curso tem como objetivo utilizar as diversas formas de interpretação visando uma aprendizagem significativa dos educandos. Por isso objetivamos, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, que os nossos educandos possam “ Dominar procedimentos de pesquisa escolar de produção de texto, aprendendo a observar e colher informação de diferentes paisagens e registros escritos, iconográficos, sonoros e materiais”(PCN´s, 1998).

Justificativa:

  Esta proposta se justifica  para que possamos contribuir para superar barreiras de nossos educandos quanto a interpretação e  a superação da dificuldade da escrita.

Sabendo que esta é uma possibilidade e que a professora já trabalha em sala de aula com algumas destas ferramentas, ainda que de forma breve, com pouco tempo, é possível melhorar nosso rendimento dos diversos institutos de medição de aprendizagem como o IDEB, mas também identificar que a escrita possui possibilidades mais amplas quando a interpretação passa a ser um ponto fundamental para a comunidade escolar e para a sociedade brasileira.

Este trabalho se justifica ao identificar a dificuldade dos educandos  nas diversas disciplinas. Além disso, visamos um elo interdisciplinar e  facilitador de aprendizagem.

Nestes termos, justificamos ainda o  nosso trabalho em relação aos PCN´s, quando o educando do terceiro e do quarto ciclos do ensino fundamental, “  devem relacionar, interpretar, reinterpretar, à luz da sua vida e do seu grupo social, ampliando o processo  de ensino-aprendizagem”

 

Nesta linha, o educando deve aprender  a registrar  as situações significativas no processo de ensino, procurar conhecer experiências  de outros docentes e socializar as suas”

Metodologia e relevância:

O CORPO:

Este projeto se torna relevante por propor  libertar o espectador de sua passividade, que converta em ser ativo, protagonista nas suas relações sociais e culturais. A diversidade  de técnicas  e jogos permite  desritualizar e desmecanizar  o corpo para uma atitude interpretativa mais consciente. Dessa forma, quanto a proposta de trabalhar o corpo, sabemos que são inseparáveis da mente, por isso   expressam sentido. Neste caso, interpretar e ser interpretado precisam  se conjugar  para transformar-se e permitir aprendizagem significativa do educando ativo.

A ESCRITA:

Quanto a interpretação escrita,  nos valemos de livros, textos,    visita a bibliotecas, museus, centros culturais    entre outros. Nesta linha , o educando deve aprender  a registrar  as situações significativas no processo de ensino, procurar conhecer experiências  de outros docentes e socializar as suas”(PCN´s, 1998).

 Por isso, a leitura, comporta o conhecimento de outros lugares  ao identificar, interpretar, relacionar com novas experiências  de acordo com a formação da  identidade do educando, ampliando possibilidades de auto conhecimento e de  interpretação.

A IMAGEM:

Quanto a interpretação imagética, de acordo com os PCN´S,  interpretar é não somente absorver os conteúdos de uma imagem. Este é um ponto importante deste trabalho.

 Por isso a imagem seguida de seu questionamento, observações de câmera  e como se constrói a imagem são possibilidades que permitem o educando refletir sobre o que habitualmente vê. Mais ainda: Iremos trabalhar com imagens desconhecidas pelas maiorias de nossos educandos, principalmente possibilitando a  interpretação e o conhecimentos sobre a diversidade   cultural de nosso país.

Trabalharemos filmes de períodos diversos, curtas-metragens, filmes temáticos entre os que possibilitem a indagação, o questionamento dos mesmos sobre aquilo que habitualmente veem, sem descartar seus temas e interesses diversos.  

A MÚSICA:

Quanto a linguagem em áudio, nossa proposta(  já feita pelos  nossos alunos) é  a de trabalhar  com a música. Utilizando os recursos da internet facilitaremos o aprendizado dos educandos para aprender a utilizar dos recursos radiofônicos. Além disso, aprender a História através das diversas tendências musicais, serão também  um foco de nosso trabalho.

A Guisa de conclusão:

A interpretação escrita e o registro de cada atividade terão destaque em nosso trabalho. Fazer um jornal, aprender a fazer, com os recursos disponíveis da escola como computador e copiadora ou impressora são mais que suficientes. Além disso, utilizaremos o blog da nossa escola como  constante de veículo dos registros escritos dos educandos.

 

Fontes:

 Parâmetros Curriculares Nacionais, 1998.

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996.

FREIRE, Paulo. “Pedagogia da autonomia”

NUNES, Maria Fernanda R. (org.)”Crianças mídias e diálogos”. Editora Rovelle, Uni Rio, 2009.

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